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Indiciada por formação de quadrilha e cárcere privado, cúpula da PF vê brecha para adiar depoimentos em caso Milton Ribeiro

 nenhum dos alvos do delegado têm prerrogativa de foro privilegiado e alegou que não cabe ao STF analisar o pedido, uma vez que o caso em questão não tramita na Corte.

A avaliação da cúpula da PF é a de que, em sua decisão, Cármen Lúcia indica que o caso deve ser direcionado à primeira instância —o que pode acabar dando outro rumo ao processo.

São alvos do indiciamento de Calandrini o diretor de Combate ao Crime Organizado da PF, Caio Pellim, número três na hierarquia da corporação, o superintendente da PF de São Paulo, Rodrigo Bartolamei, o delegado Raphael Astini, responsável por cumprir o mandado judicial de prisão, e outros policiais que atuaram no caso